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Por uma universidade anticapacitista!

O governo Bolsonaro foi um verdadeiro retrocesso para as políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência (PcDs). Exemplo disso foi a criação da Política Nacional de Educação Especial, que incentiva a criação de classes e escolas exclusivas para pessoas com deficiência, visando causar a segregação e exclusão das PcDs.


Segundo dados de 2021, da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 70% das pessoas com deficiência no Brasil não concluíram o ensino fundamental, sendo que apenas 5% chegam a terminar o ensino superior. O governo fascista se colocou como inimigo das pessoas com deficiência e, ao promover a exclusão de PcDs e o sucateamento das universidades, agravou ainda mais o quadro de falta de acesso de PcDs ao ensino superior.


Por isso, é fundamental lutarmos por mais inclusão e acessibilidade, disponibilidade de intérpretes de libras nas universidades, máquinas de impressão em braile, facilitadores de aprendizagem, rampas de acesso e diversas outras mudanças na estrutura dos prédios.


Precisamos melhorar o programa de ensino-aprendizagem e a facilitação do acesso das PcDs às universidades, garantindo o ingresso de forma menos burocrática e com as políticas de ação afirmativas atreladas à medidas de assistência estudantil que permitam que estudantes com deficiência possam ter direito ao sonho de se formar!






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