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Chegou o brabo da UFF, o jornal do Movimento Correnteza da Universidade Federal Fluminense


Ei, UFFiane! Quer saber mais sobre o ensino remoto e o retorno presencial? Assistência estudantil e saúde mental? Cortes na educação? Então vem com o Movimento Correnteza conferir a segunda edição do jornal mais BRABO da Universidade Federal Fluminense. Acompanhe matérias sobre a conjuntura do movimento estudantil dentro da UFF no último período, seguidas de comentários feitos por nossos militantes.


E como disse uma vez a grande filósofa contemporânea, Regina Rouca — SE LIGA, EIN!


Foto em preto e branco onde dois estudantes estão inclinados para a frente, um megafone é segurado por cada. Eles estão no meio de uma manifestação e sua atenção está voltada para um mesmo ponto, fora de quadro. Também é possível perceber que, à sua volta, há várias pessoas. Algumas dispersas, distraídas, e outras tão concentradas quanto eles.
Ingresse no Movimento Correnteza, o movimento de luta em defesa da educação. Foto: Yasmin Alves (@yasalvesf)


O Movimento Correnteza é uma organização estudantil que atua em universidades públicas e privadas por todo o Brasil. Na UFF, atualmente, ajudamos a construir alguns Centros e Diretórios Acadêmicos, como também ocupamos cadeiras de representação estudantil no Conselho Universitário (CUV) e no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPEX). Venha saber mais!



A pandemia da Covid-19 alterou completamente as dinâmicas que conhecíamos dentro das instituições de ensino. O espaço presencial foi substituído pelos aplicativos de vídeochamadas e as desigualdades no âmbito educacional se mostraram ainda mais intensas. Com as políticas neoliberais implantadas pelo governo Bolsonaro, as universidades do país inteiro sofreram cortes absurdos e uma profunda precarização, evidenciando o programa de destruição do ensino público e da pesquisa no país.



No último dia 07 de Setembro, ficou clara a tentativa de Bolsonaro e seus aliados de instaurar uma nova ditadura no Brasil. Mas apesar de infrutífera, suas intenções não cessaram. O setor apenas recuou. Assim, para enfrentar a escalada golpista e fascista, é preciso construir um movimento estudantil combativo e consequente.



Após tomar conhecimento de casos de abuso sexual praticados no ambiente da UFF, Movimento Correnteza e Movimento de Mulheres Olga Benário se organizam para denunciá-los e cobrar que sejam julgados. A mobilização agora caminha para que seja implementada na universidade uma política de combate à violência de gênero.



Após passar anos com obras paradas no campus de Rio das Ostras, com atividades sendo realizadas dentro de contêineres, a UFF foi autuada pelo Ministério Público por caso de possível improbidade administrativa. A solução apresentada pela Reitoria teria sido a de alugar prédio comercial, no valor mensal de R$40 mil, para substituir os contêineres. Mesmo após parecer desfavorável da comunidade acadêmica, segue com a medida. Estudantes se organizam para cobrar transparência e o respeito à democracia dentro da universidade.



A Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação), aprovada pelo Conselho Nacional de Educação em dezembro de 2019, é um reflexo das recentes reformas neoliberais na educação, que tendem uma precarização do ensino no Brasil. Por isso, deve ser tarefa do movimento estudantil construir uma ampla luta de combate à sua implementação nas universidades.


Quer ficar por dentro do que acontece na UFF e lutar por uma educação pública, gratuita e de qualidade? Então segue o Correnteza nas redes sociais e entra em contato com a gente!


 

Bayron Thadeus e João Pedro Santana — Editores

João Pedro Santana e Guilherme Vares — Designers

Yasmin Alves (@yasalvesf) — Fotógrafa

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